Sobre mim

Um pouco da minha experiência como bolsista do programa Ciência sem Fronteiras na terra do Tio Sam.

Nunca pensei que fosse realizer tão cedo meu sonho de viver nos Estados Unidos. Mas aqui estou eu há mais de sete meses. Tantas expectativas e preocupações antes de viajar. Viver no campus, dividir quarto com uma estranha, tudo isso parecia tão legal e ao mesmo tempo tão assustador. Lembro o dia que recebi o resultado que eu moraria e viveria a apenas 40 minutos da cidade de Nova Iorque: fiquei muito feliz, era tudo que eu queria. Saudade tornou-se um sentimento rotineiro nesses meses aqui.

No início, a adaptação foi difícil. Estava sozinha e cheia de preocupações em um país em que eu não dominava o idioma. Inglês foi minha maior preocupação, afinal um jornalista lida diretamente com a escrita. Lembro que meu primeiro dia de aula foi terrível. Eu estava tão nervosa e assustada com a quantidade de trabalhos, quizzes e provas que estavam sendo anunciados nessas primeiras aulas. Não me sentia confiante com meu inglês. Como iria escrever uma notícia em inglês assim? Pensar nisso me assustava. Mas a Hofstra tem um suporte excelente para alunos internacionais. O “Writing Center” é uma espécie de centro de escrita que auxilia os alunos extrangeiros com gramática e ortografia inglesa, e também auxíliam com a estrutura dos trabalhos acadêmicos em si. Passei a ir ao Writing Center pelo menos duas vezes na semana, afinal eu sempre tinha duas notícias para fazer por semana.

Eu gosto demais da Hofstra. Pensar que só tenho algumas semanas aqui já me dá uma enorme saudade. A faculdade tem em torno de 12.500 estudantes, ou seja, é uma instituição de porte médio se comparada a outras instituições norte-americanas. Mas a atenção que os alunos recebem por parte dos professores e por outros funcionários. As turmas são pequenas. Um disiciplina geralmente tem seis turmas com 17 alunos cada no mãximo. Isso é ótimo porque você consegue um excelente feedback de todos os seus trabalhos e provas. Eles conversam com os alúnos, sabem quem é cada um. Me sinto muito assistida aqui.

Mas nem tudo se resume a vida acadêmica. Morando tão perto de Nova Iorque, eu tenho inúmeras possibilidades para me divertir. Conhecer lugares e reconhecê-los dos filmes foi incrível.

Vou estagiar por dois meses em uma compania de publicação em Manhattan. Por consequência, irei morar em Manhattan.

Fiz uma lista de coisas típicas americanas que eu deveria fazer enquanot estivesse aqui, aquele tipo de coisas que a gente vê em filmes. Já fiz quase todas. As típicas house-parties, um jantar de Ação de graças num lar americano.

Nas férias de inverno, fiz a a melhor viagem da minha vida com minha melhor amiga Jéssica. Fomos para Boston, Cambridge, Washington DC, Atlanta, Orlando e Miami.  Inesquecível. E já estou planejando minha viagem para Chicago, Las Vegas, San Francisco, Los Angeles e Hollywood.

 

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